Dr. Ricardo Lazarotto · GUIA-DOR Inject Therapy · versão para aprovação
Seu paciente mostra a receita, e você acena com a cabeça sem entender metade.
Depois anota o nome do remédio no celular, para pesquisar mais tarde.
Eu sou o Ricardo Lazarotto, fisioterapeuta, e ensino farmacologia para quem trabalha com dor. Fica comigo por cerca de doze minutos. Vou te mostrar de onde vem essa insegurança. Vou te mostrar também por que a injeção feita com óleo costuma incomodar mais do que a feita com água. E um pedaço real de uma aula do meu curso desfaz a dúvida que você anota para depois.
Esse vídeo é para o fisioterapeuta que ainda não se sente seguro com fármaco. Se você já domina o assunto, pode fechar aqui.
Você conhece a cena. O paciente chega com a receita, são três nomes que você já ouviu falar, e a sua resposta é: "converse com o seu médico". Encaminhar está certo quando a decisão é do médico. O problema é encaminhar porque você não sabe do que se trata.
Outra cena: numa aula, o professor cita o nome do remédio, a turma balança a cabeça, e você anota para pesquisar depois.
E tem a terceira. O paciente diz: "esse remédio não faz efeito nenhum". Pode ser o tempo de uso, pode ser o estômago dele, pode ser que a via oral nem seja a melhor para ele. Mas qual das três? Sem saber como o remédio age, você balança a cabeça outra vez e muda de assunto.
Cada "depois eu pesquiso" deixa a insegurança do mesmo tamanho, e a conversa com o paciente continua pela metade.
E tem um custo que o paciente nem vê. Ele já toma um comprimido que leva relaxante muscular na fórmula, aparece outro remédio com a mesma substância, e a soma sobrecarrega o fígado dele. Quem não sabe o que vai dentro de cada comprimido não percebe a repetição.
Se isso é você, a culpa não é sua. Eu ouço muito colega dizer a mesma frase: "a graduação não ensinou isso". Farmacologia costuma chegar na faculdade como lista de nomes para decorar na prova, e lista decorada some quando a prova acaba.
O que fica faltando é o caminho. Por onde o remédio entra, o que o corpo faz com ele, onde ele age e por onde sai. Com esse caminho na cabeça, o nome de um fármaco novo deixa de ser um susto.
Eu trabalho com injetáveis há doze anos. Sou mestre em Ciências do Movimento Humano e professor de pós-graduação na Unoesc. E a farmacologia que eu ensino neste curso é a que eu uso na minha clínica, com paciente de verdade.
E, sendo bem sincero, eu também falo o que o remédio não faz. Na aula sobre ácido hialurônico, eu digo que ele não vai regenerar a cartilagem.
Na aula seis eu uso um caso comum: o paciente com o joelho inchado, que faz pouca atividade física e tem o fígado funcionando mal. Só dar anti-inflamatório para ele não adianta, porque quem processa o remédio é justamente o fígado.
Cada aula do curso segue o mesmo caminho. Primeiro, para que serve o fármaco. Segundo, como ele age no corpo, passo a passo, porque é aí que o nome deixa de ser decoreba. Terceiro, com o que ele se associa e quando não usar, que é o que te protege de errar.
E uma palavra atravessa o curso inteiro: parcimônia, que é usar só o necessário. A menor dose que resolve, pelo menor tempo possível. Quando você entende o motivo, isso vira critério. Aqui você não decora, você aprende critério.
Na próxima vez que o paciente mostrar a receita, você olha cada nome e sabe dizer para que serve aquele remédio. E sabe dizer por quê, em palavras simples, sem abrir o celular.
Muitos alunos meus estudam este curso pelo aplicativo Guiador. Eu recebo mensagem de aluno agradecendo, principalmente porque, pelo celular, fica fácil estudar no dia a dia. Deixa eu te mostrar com o que eu explico na aula quatro, sobre as formas do remédio.
Olha só: o comprimido é pó compactado. Ele se desmancha no estômago, e a absorção depende do ácido que tem ali e de quanto tempo o estômago demora para esvaziar. Ou seja, o que o paciente comeu antes muda como o remédio chega no corpo dele.
Agora a injeção. Quando o remédio vem em óleo, ele faz o músculo inchar um pouco no ponto da aplicação, por isso precisa ser aplicado devagar, para incomodar menos. E o óleo tem uma função: liberar o fármaco aos poucos, como acontece com a vitamina B12. Já a injeção à base de água chega dissolvida e vai rápido para o sangue. O ideal é não misturar água com óleo na mesma seringa.
E tem o comprimido que derrete debaixo da língua. Ele vai direto para o sangue e não passa pelo fígado. Para o paciente que já toma remédio demais, isso muda a escolha.
Por que eu ensino isso? Porque, quando você sabe como o remédio é feito, você sabe se ele age rápido ou devagar, quanto tempo leva para fazer efeito e quando o paciente vai precisar de outra dose. A forma do remédio já vem descrita no frasco. Falta o fisioterapeuta saber interpretar.
Esse jeito de explicar está nas dezesseis aulas, em quatro etapas. Antes do preço, você vê o que tem dentro delas.
Etapa um: a lei e a receita. Na aula um, a legislação: o que o fisioterapeuta pode prescrever, com base em quê, e o que ainda não pode. Na aula dois, a receita: a que o paciente leva para a farmácia, a que você usa para comprar o insumo da clínica, e o que registrar no prontuário, com nome do fármaco, dose e via, guardado por cinco anos.
E uma dessas aulas explica por que o paciente que toma direitinho fica sem efeito. Guarda essa pergunta, que eu já respondo.
Etapa dois: o caminho do remédio no corpo, e a resposta está na aula três. Boa parte do que a gente engole passa pelo fígado antes de chegar onde precisa, e perde até metade do efeito nessa passagem. Se o estômago está alterado, o ácido muda e o remédio rende menos. E tem o paciente que toma há tanto tempo que o corpo se acostumou. Esse é o que toma direitinho e jura que não faz nada.
A aula quatro você acabou de ver. Na aula cinco, o tempo de cada fármaco: a lidocaína age por uma ou duas horas, a dexametasona fica de um dia e meio a três dias. É a diferença entre horas de efeito e dias de efeito.
Etapa três: a dor e a inflamação. Na aula sete, a dipirona e o paracetamol, que não atrapalham a cicatrização. Eu mostro como escolher entre os dois quando o paciente já toma muito remédio ou tem o rim frágil.
Etapa quatro: uma classe de fármaco por aula, e as oito aulas estão na tela. Na aula dez, os corticoides, e o lugar onde nunca injetar: dentro do tendão, que pode até romper.
Agora um aviso que eu faço questão de dar. A aula um mostra o que a lei diz. A finalidade da nossa profissão é restaurar, desenvolver e conservar a capacidade física do paciente. O acórdão sete trinta e cinco do COFFITO, de dois mil e vinte e quatro, trata da prescrição. Ela vale para medicamentos previstos em protocolos da profissão ou apoiados em evidência científica. O acórdão pede formação complementar e respeito à lei sanitária.
As aulas um e dois também mostram o que ainda não pode: medicamento de uso controlado, como os opioides e os psicotrópicos, e o antibiótico. A lei não diz quem pode. Quem define são os conselhos, e o nosso é o COFFITO.
Olha só. Tem o paciente diabético com receita de corticoide, e você sem saber o que olhar antes. Por isso, quem entra na Black Friday leva também a Tabela de Exames Antes de Prescrever. Você acha a situação dele e vê quais exames olhar e em qual aula eu explico o motivo. Bateu a dúvida? Você abre a tabela, confere e sabe o que olhar antes de prescrever.
O Curso de Farmacologia custa quatrocentos e noventa e sete reais. Na Black Friday, ele sai por oitenta e nove e noventa: são quatrocentos e sete reais a menos.
São dezesseis aulas. Dá cinco reais e sessenta e dois centavos por aula. Em cada uma você entende por que o fármaco age, até conseguir explicar o que antes anotava para pesquisar depois.
Pensa no que você leva por esse valor. As dezesseis aulas e a tabela de exames, no aplicativo, para estudar pelo celular no seu horário. E o ganho que eu quero para você: olhar a receita e explicar sem abrir o celular. Menos de noventa reais pelo curso inteiro e pela tabela.
É o curso inteiro, as mesmas dezesseis aulas de quatrocentos e noventa e sete reais. Você tem sete dias para assistir e, se não for o que eu falei, pede o dinheiro de volta direto na Hotmart.
Clica no botão aqui embaixo e entra enquanto o preço da Black Friday está valendo.
Vou ser direto sobre quem não precisa disso. Se você já explica a receita do paciente sem abrir o celular, esse curso vai te acrescentar pouco. Mas se ainda anota o nome do remédio para pesquisar depois, cada semana assim são mais consultas em que você acena com a cabeça.
Hoje você assiste à aula um e vê o que a lei diz sobre o que o fisioterapeuta pode prescrever e o que ainda não pode.
Você tem dois caminhos. Pode fechar este vídeo e seguir anotando nome de remédio para pesquisar depois. Ou pode clicar no botão aqui embaixo, entrar no curso por oitenta e nove e noventa e assistir à primeira aula ainda hoje. Se não for o que eu falei, os sete dias de garantia estão lá.
Esse preço vale até [data de fim da Black], e o bônus também, só na Black Friday. Depois, o curso volta a quatrocentos e noventa e sete reais. Combinado? Te espero na aula um.