Objetivo: Usar as perguntas para aprofundar os pontos de dor — e deixar algumas respostas intencionalmente incompletas para criar abertura para o workshop.
Perguntas previsíveis e como conduzir
💬 "Posso misturar corticoide com ácido hialurônico?"
"Tecnicamente possível, mas clinicamente raramente indicado. Se há inflamação ativa que justifica corticoide, o ácido hialurônico não vai performar bem nesse ambiente. O ideal é sequenciar: resolve a inflamação com corticoide, aguarda 3–6 semanas, aí entra com a viscossuplementação."
💬 "Posso fazer PRP em paciente que usa anti-inflamatório?"
"Anti-inflamatório não esteroidal pode reduzir a atividade plaquetária e comprometer o efeito do PRP. O ideal é suspender 5–7 dias antes. Na prática, nem sempre o paciente consegue. Nesse caso, você avalia risco-benefício — mas idealmente orienta a janela sem anti-inflamatório."
💬 "Qual a dose máxima segura de lidocaína?"
"Para lidocaína simples, a dose máxima recomendada é 4,5 mg/kg. Para procedimentos localizados em pequenas estruturas, os volumes que usamos ficam muito abaixo disso. Mas é importante saber o limite — especialmente se você estiver fazendo múltiplos procedimentos na mesma sessão. Isso é algo que eu detalho protocolo por protocolo no workshop, porque depende da estrutura e da técnica."
⚠️ Técnica de abertura para CTA: Na última pergunta (qualquer que seja), responder completamente mas fechar com: "Essa é uma daquelas situações que eu não consigo resolver só no conceito — precisa ver na prática. E é exatamente o que a gente faz no workshop."